Casa Real Portuguesa dinamiza a investigação científica entre os jovens

Aos 20 anos, D. Afonso de Bragança é o patrono do recém-criado Prémio Príncipe da Beira Ciências Biomédicas , que logo ganhou destaque pelo seu valor meritório à investigação científica. O galardão tem o valor pecuniário de 15 mil euros, foi instituído pela Fundação D. Manuel II, pela Universidade do Minho e pelo município de Guimarães e o ojectivo é distinguir um investigador de excelência na área, com menos de 40 anos, apoiando o seu plano de pós-graduação a realizar numa instituição de I&D nacional e/ou estrangeira. Objetivo do galardão é também premiar anualmente a excelência da investigação, contribuindo para abrir novos caminhos na investigação aplicada e ética no domínio das ciências biomédicas.

D Afonso de Bragança

” acho que é muito importante motivar o trabalho notável dos jovens portugueses e continuar a promover os avanços nas ciências” D Afonso de Bragança

O “simbolismo de associar o prémio à cidade que é berço da Nação”afirma D Afonso, a Câmara Municipal de Guimarães, explica que o trabalho distinguido com aquele galardão, entre 34 candidaturas, intitula-se Papel da Relaxina na Insuficiência Cardíaca com Fracção de Ejecção Preservada (ICFEP): Do Laboratório à Prática Clínica.

A investigadora Mariana Pintalhão, da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, foi a vencedora da primeira edição do Prémio Príncipe da Beira em Ciências Biomédica

fontes;noticias ao minuto; Público; 3B’s research group; Sapo

 

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