Editor da Codé Nast Traveller sobre D. Duarte de Bragança:”para algumas pessoas em alguns lugares, o Passado nunca morre”

Lisboa é uma das “cidades mais bonitas e antigas da Europa”, garante Steve King, editor da revista norte-americana Condé Nast Traveller. O autor visita Lisboa há quase 25 anos e não percebe “porque é que resto do mundo demorou tanto tempo” a descobri-la.

E de facto parece que, nos últimos anos, o “resto do mundo” descobriu Lisboa. Esta nova vaga dos Descobrimentos (que agora são ao contrário, já que é para Lisboa que vem o fluxo do mundo) acompanha a “onda de criatividade e otimismo que paira sobre a cidade”, diz Steve.

King relata ainda que conheceu D. Duarte de Bragança, pretendente ao trono de Portugal, que comparou com William Faulkner. “Portugal tornou-se uma República em 1910 mas D Duarte continua a defender a bandeira da Casa de Bragança, que reinou até então. Com o seu orgulhoso porte e um característico bigode fez-me lembrar William Faulkner com a sua insistência firme, mas educada, sobre o papel da sua família na vida da nação, ele lembrou-me, também, da observação de Faulkner que, para algumas pessoas em alguns lugares, o Passado nunca morre – não é sequer Passado”.

caravela1.jpg

Uma observação exténsivel à maioria dos portugueses, para quem o passado nunca morreu, que faz de D. Duarte uma metáfora viva da psíque nacional.O Rei de um país futuro que espera entre as brechas de um passado glorioso, onde a larga maioria dos portugueses ainda vive .

fonte

Advertisements
This entry was posted in Uncategorized. Bookmark the permalink.

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s