Homenagem a Paiva Couceiro: “Portugal não estende a mão senão a Deus”.

ALMOÇO DE HOMENAGEM A HENRIQUE DE PAIVA COUCEIRO
Coronel Américo José Fernandes Henriques

Nuno Miguel Guedes, Coronel Américo henriques e Luís Coimbra 

O Debate sobre o regime continua sem se esgotar no manifesto de dia 1. No ultimo Sabado reuniram-se vários portugueses entre os signatários do manifesto monárquico prestar a justa homenagem a, não só um dos maiores portugueses do Sec XX, como o maior ausente da memória da “canalhocracia” que tem dirigido os destinos da nação desde 1910. 

Importa recordar o Homem e o seu legado no momento em que mais fazem sentido

“Henrique Mitchell de Paiva Couceiro. Patrono dos Cursos de Entrada na Academia Militar de 1994-1995”

«Como soldado, Paiva Couceiro revelou nas Campanhas de África (e) em que tomou parte, uma bravura, uma lealdade, um audácia e um espírito de sacrifício tão extraordinários que o impuseram como um dos mais puros heróis da época.

Como governante, a sua passagem pelo governo de Angola, apesar de fugaz e prejudicada pela escassez em recursos financeiros e militares postos à sua disposição, deixou um rasto tão brilhante, que foi considerado excepcional, (de) entre aqueles que desempenharam tal função.

Como homem público, a sintomática unanimidade de opiniões sobre a sua honradez pessoal e política, sobre a natureza e patriotismo das suas intenções, sobre uma integridade de carácter verdadeiramente excepcional, elevou Paiva Couceiro, à indiscutível posição de um dos maiores e melhores valores morais da nossa História.

Até ao fim da sua vida, Paiva Couceiro sempre norteou a sua conduta humana pela fidelidade às ideias que defendia e honrava e manteve-se politicamente fiel aos ideais da monarquia que,em permanência, advogara e jurara servir.

A sua brilhante firmeza de pensamento e acção forma por ele sintetizados numa frase curta, mas reveladora da nobreza do Homem, do Militar e do Político: “Portugal não estende a mão senão a Deus”.» Coronel Américo José Fernandes Henriques

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