Homenagem a Paiva Couceiro

O Debate sobre o regime continua sem se esgotar no manifesto de dia 1. No próximo Sabado vêm os signatários do manifesto monárquico prestar a justa homenagem a um dos maiores portugueses do Sec XX. Paiva Couceiro não foi apenas o último defensor da Monarquia e principal inimigo daqueles que beneficiaram do caos que adveio da I Republica foi talvez o único português que em consciência defendeu a Democracia e o próprio Estado no momento em que este era tomado de assalto pela demagogia parlamentar de um único partido e posteriormente por uma longa ditadura. Um verdadeiro héroi português e o mais longo defensor do Estado português enquanto garante das liberdades conquistadas em 22 gerações

Homenagem a paiva Couceiro no restaurante Adega do Norte, Praça do Norte, Encarnação, Olivais Norte, Lisboa

«És monárquico? És republicano?(… )Não to pergunto. Pergunto-te apenas se és português acima de tudo».

Henrique Paiva Couceiro, in Profissão de Fé, 1944

No próximo dia 11 de Fevereiro passarão 68 anos desde a morte de um homem que nunca desistiu de Portugal: Henrique Mitchell de Paiva Couceiro.

Numa altura de desalento e frustração nacional será bom evocar alguém que sempre colocou o serviço ao seu País antes de si próprio; o que ele acreditava ser o bem comum antes dos interesses pessoais.

Exaltado pelos seus correligionários, respeitado pelos seus adversários, Paiva Couceiro é um herói português. Muitos outros houveram, felizmente; mas ninguém como o grande comandante dedicou toda uma vida a apenas um objectivo: o direito de escolher. Monárquico convicto, íntimo de El-Rei D.Carlos, foi o último dos resistentes à revolução republicana e que não fora a uma ordem superior a que teve contrariado de obedecer (pois tratava-se de ir proteger a família real), o destino do 5 de Outubro poderia ter sido outro.

Caída a monarquia, Paiva Couceiro fez da sua vida a batalha pelo plebiscito: monarquia ou república, ele aceitaria com honra qualquer uma, desde que o povo português fosse ouvido.

Morreu abandonado por quase todos, amigos e inimigos, depois de dois exílios impostos por Salazar. Mas sem nunca abdicar do que acreditava. Sem nunca ter desistido de Portugal.

Mais de sessenta anos passados a luta ainda é a mesma. E iremos evocar o exemplo de Paiva Couceiro num almoço a ter lugar dia 11, às .13 horas na Adega do Norte(Praça do Norte, Encarnação, Olivais Norte. Telefone :218517206). Convidamos todos os que queiram estar presentes a juntarem-se a nós. Serão lido mensagens da família de Paiva Couceiro, do historiador Filipe Ribeiro de Menezes e do coronel Fernandes Henriques.

Afonso Lopes Vieira escreveu: « “É cedo para falar de Paiva Couceiro. Circunstâncias do tempo e da fortuna não deixariam dizer tôda a verdade acerca do heroísmo e da glória da sua vida – do seu martírio também. Por agora apenas pudemos sentir o luto espiritual em que êle nos deixou. E êsse luto provém da convicção, ao mesmo tempo heróica e angustiada, de que êle foi – o ULTIMO!”.

Não é cedo – é agora. E enquanto o exemplo perdurar, nunca será o último. Pelo menos para aqueles que não querem desistir de Portugal.

Inscrições para restauraramonarquia@gmail.com. Preço único (ementa completa):13 euros. Devido à capacidade da sala o número de inscrições é limitado a 70 pessoas.

Prazo limite de inscrições: até às 13 horas do dia 10 de Fevereiro.

Organização:
Subscritores do Manifesto Instaurar a Democracia, Restaurar a Monarquia.

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One Response to Homenagem a Paiva Couceiro

  1. Só, agora, tomei conhecimento.

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