Até onde irias para defender a Democracia?

A defesa da Democracia parece um campo ausente de vultos de destaque em Portugal, mas tal não é verdade.Milhares de portugueses combateram pela defesa da Liberdade e a sua inscrição na Constituição.A Constituição, fruto de longa convulsão social tornou-se realidade aceite e imposta pelo povo às elites.

Mas esse combate pela igualdade e justiça social não foi um movimento linear tendo desaires e recuos.Entre a vasta quantidade de portugueses que militaram a defesa do Estado Constitucional destaca-se Paiva Couceiro. Não porque fosse opositor durante a  Republica , o “último defensor da Monarquia” ou por ter atacado o Estado Novo  duarnte a vigência deste, nem mesmo por ter sido exilado por Salazar mais do que uma vez...Destacou-se porque soube ser fiél à sua palavra até à morte, não fosse assim e o exíguo Condado Feudal não se teria tornado numa das 14 civilizações a moldar a Humanidade.

À míngua de “Paivas Couceiros” em deterimento de demagogia alheia à palavra e á defesa dos principios que fundaram Portugal corremos hoje o risco de desaparecer enquanto cultura, Povo e País.Mais do que nunca importa recordar quem foi aquele que sabia que defender o Rei significava salvar o País e todos nós

 

O Debate sobre o regime continua sem se esgotar no manifesto de dia 1. No próximo Sabado vêm os signatários do manifesto monárquico prestar a justa homenagem a um dos maiores portugueses do Sec XX. Paiva Couceiro não foi apenas o último defensor da Monarquia e principal inimigo daqueles que beneficiaram do caos que adveio da I Republica foi talvez o único português que em consciência defendeu a Democracia e o próprio Estado no momento em que este era tomado de assalto pela demagogia parlamentar de um único partido e posteriormente por uma longa ditadura. Um verdadeiro héroi português e o mais longo defensor do Estado português enquanto garante das liberdades conquistadas em 22 gerações.

Afonso Lopes Vieira escreveu: « “É cedo para falar de Paiva Couceiro. Circunstâncias do tempo e da fortuna não deixariam dizer tôda a verdade acerca do heroísmo e da glória da sua vida – do seu martírio também. Por agora apenas pudemos sentir o luto espiritual em que êle nos deixou. E êsse luto provém da convicção, ao mesmo tempo heróica e angustiada, de que êle foi – o ULTIMO!”.

Não é cedo – é agora. E enquanto o exemplo perdurar, nunca será o último. Pelo menos para aqueles que não querem desistir de Portugal.

Inscrições para restauraramonarquia@gmail.com. Preço único (ementa completa):13 euros. Devido à capacidade da sala o número de inscrições é limitado a 70 pessoas.

Prazo limite de inscrições: até às 13 horas do dia 10 de Fevereiro.

Organização:
Subscritores do Manifesto Instaurar a Democracia, Restaurar a Monarquia.

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