A doce ironia das republicas

É ironico que os paises que recusam firmemente ser governados por “famílias que se perpetuam no Poder” (vulgo monarquia para republicano encartado) sejam eles próprios governados por comissões de burocratas estrangeiros ou bancários na reforma

A Republica devia entrar na lista das desordens de personalidade colectiva que potenciam o suicídio das Nações, a bem de uma boa parte da Europa que se arrisca a falar apenas mandarim ou Arabe nos próximos 50 anos.

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