velhas novidades

Em todas as legislaturas que começam surgem sempre velhas verdades que deixam estupefacto quem ainda não percebe como deixamos o Estado funcionar como se fosse uma feira.

Qualquer gestor sabe que é na secção de compras que se encontram as maiores probabilidades de introdução de ineficiências …sejam elas corrupção (que deriva inevitavelmente em acréscimo de custos e gastos desnecessários) ou de gestão ao nível do orçamento.

A multiplicação de orçamentos autonomos (Poder Local e Institutos vários) e centrais de compras são uma ferida, um buraco à espera de ser estancado neste imenso Titanic que é hoje o Estado Português.

Se a Agência Nacional de Compras Públicas (ANCP), as Unidades Ministeriais de Compras (UMC) e os leilões electrónicos estivessem a funcionar a 100%, o Estado poderia poupar 400 milhões de euros por ano. Se a esta poupança fosse acrescentada a que se pode obter nos serviços partilhados, o número subiria para os 800 milhões de euros/ano, evitando cortes nas quantidades.

As contas são de Carlos Oliveira, hoje presidente do conselho de administração da Leadership, e a pessoa escolhida por Durão Barroso para elaborar o plano estratégico e operacional da ANCP durante o governo de Durão Barroso.

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