Should Europe’s republics be replaced with monarchies ?

Should European republics be abolished? Are constitucional republics a bad idea that spread in the XX century ? Are republics a political flop, incompatible with 21st Century democracy and innadequate to stop political Dictatorship? Is it time for Europe’s royal Houses to assume an active role in the european construction ?

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Romenian republic: former king Michael I of Romenia is invited to adress the parliament for the first time, in 2011, since the country had been took by the communist party in the 60’s

In 2017, the British queen celebrates her 65-year sapphire jubilee, becoming the first British monarch to ever reach that milestone. Is it a moment of national unity and pride, or a reminder to many Europeans that the Republican rule isn’t perhaps the best system ?

In 2017, there are technically eleven sovereign monarchies in Europe. These include seven EU Members (Belgium, Denmark, Luxembourg, the Netherlands, Spain, Sweden and, for now, the United Kingdom), as well as Norway, Andorra, Liechtenstein, and Monaco. In all of these Monarchies there is currently no serious movement pushing for republicanism , but the opposite isn´t quite the same.

In contrast, Nacionalism is growing fast a bit all around the world, specially in the Constitucional republics. In Europe that is specially a strong since the Brexit -we must remind didn´t came from mainstream politicians but from the nationalist fringe-.

The position of the Queen on European  unity is all another take, on June ,2015 :

“division in Europe is dangerous”

read in this BBC article with a video .

Not stopping there we have the King of Belgium:in here

«Britain and the United States had embarked on risky paths that could “reverse the course of history (…) This new attitude seems to seek to reverse the course of history, and goes against their tradition of openness and generosity, and their participation in a common commitment and dream” » Belgium’s King ,Philippe

Republicans often argue that monarchies are an anachronism in a democratic society, particularly due to the fact that no republican can run for King or Queen and stablish their own personal rule.Often is argued that they (Monarch) are often heavily subsidised by the taxpayer, even though all the political parties are State- revenue-dependents no one questions that the cheer existence of a Royal House brings jobs and money to the economy, a thing that a any political party is yet to do.

Monarchies bring political stability, respect for tradition and a sense of national pride, along with a large revenue to the State and a public image that often has a political weight internally and externally , but that is not even half the picture. In the XIX century it was common sense that Europe’s Royal Houses framed a cultural unity troughout Europe due to their family bonds . Europe’s demise only came after the annihilation of the Monarchy rule .Replacing Kings for ellected public officials showed to be an open door to all the horror that came with nationalist parties, no republican Institution could stop that and no one did. Europe was destroyed, wiped from existence, and when it did rebuit enough all the European states understood the relevance of an European unity to ensure , not wealth or National pride, but that it would not happen again to their children and grandchildren. If we , 70 years passed over the Last War, can criticize the European Union we cannot do it repeating the same mistakes that our grandfathers did, installing a Republic and closing all doors (Portugal did just that ,to no end) .We must correct and improve the Union of Europe by demanding a better political system and not better politicians (being subject to fortune ) ,by demanding a political structure that ensures stability and good politicians, not the best but the ones who will do their best .

A Monarch surely is not the best but is surely one wo will do is best, not for the ruling party,but for the country

European Union , though his log republican rhetoric, is placed on top of a pile of uncertainties and seven monarchies. The case of Britain ,where a small partie thrown  into the trash four decades of Britain geopolitical strategy , is quite serious .For the broad picture we are talking of two generations of politicians and the most part of Queen Elizabeth’s reign and a proof that no coutry is immune to the ambition of a handfull of men.In this case a shake in one of these monarchies was enough to shake all Brussels.

Could a direct position from a member from the Royal House brought another result, certainly !

Could a republican Britain say with absolute certainty that the next President would not bem a Mr Farage   ? No!

Is in this corner of History that Europe balances , no Union of republican states can last effectively in History , only the Monarchy rule can unite Europe.It is the task of the XXI century to rethink the nature of constitucional monarchy in an obsolete world pile of Republics

Ricardo Gomes da Silva

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EUA e Reino Unido ameaçam ‘curso da história’ diz rei belga

O Rei Filipe da Bélgica alertou terça-feira (31 de Janeiro) que a Grâ Bretanha e os Estados Unidos tinham embarcado em trajectos arriscados que poderiam “inverter o curso da história”.Não é pequeno o numero de artigos, opiniões e estudos que manifestam um teor anti-monárquico dentro da UE , a Monarquia é um factor estranho a uma união assente em princípios republicanos e é geralmente vista como uma lembrança histórica que tende a desaparecer , o que adiciona peso politico e histórico às palavras do Monarca da Bélgica ao não procurar na tendência anti europeia uma forma de reforçar o poder da coroa. Trata-se de um aviso consciente e verdadeiro sobre as consequências de navegar na demagogia dos nacionalismos republicanos vindo de uma Instituição que não procura votos mas a longevidade da Nação

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O Rei disse que 2016 foi um ano “marcado pela decisão de duas grandes nações e amigas em mudar seu foco para dentro”, uma referência ao voto da Grã-Bretanha para deixar a UE e movimentos iniciais do presidente dos EUA Donald Trump, incluindo uma proibição de entrada para as pessoas de Sete nações muçulmanas.

“Esta nova atitude parece tentar reverter o curso da história, e vai contra a tradição de abertura e generosidade, e sua participação num compromisso e sonho comuns”, disse ele num encontro de altos funcionários do governo.

Chamando ambas as nações de “balizas da democracia e da liberdade”, advertiu que “aqueles que disfarçam a verdade ou criam falhas em nossa sociedade põem em risco a democracia, porque ela se baseia em valores fundamentais: verdade, respeito e moderação”.

Como resposta, o rei Filipe pediu esforços renovados para construir uma Europa unida.

“Vamos continuar a criar uma Europa que permita que as nossas identidades nacionais se reforcem através da colaboração, em vez de enfraquecerem-se mutuamente em confrontações”, afirmou, apelando especialmente a medidas concretas nos domínios da segurança e da imigração.

fontes: Luxemburger wort

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A Morte do Príncipe

” A morte do Príncipe” é uma pequena peça de Teatro escrita por Fernando pessoa de teor místico e esotérico ,adaptada ao cinema por Maria de Medeiros, onde se aborda a diferença entre a idealização e o que se foi no momento da morte.Texto perfeito para todos os portugueses que vêm na Casa Real Portuguesa um dinossauro da História que deveria estar num museu ,que não vêm na eleição para a presidência da maior potência militar mundial de uma pessoa instável (que ninguém conhecem plena extensão) ou no desembarque de metade do exército francês nas ruas e praças do Maior estado europeu ,ou mesmo na rectórica imperialista da Russia -todos estes países têm constituições decalcadas das Monarquias do sec XVIII – uma fotocópia de todos os erros que fizeram colapsar as Monarquias da Europa, com o detalhe que nenhum destes governantes está a pensar como um Rei: nas consequências para as suas gerações seguintes .

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Funeral da Rainha D Amélia, no auge da ditadura o povo junta-se para ver se o País que liam nos livros de História fora alguma vez real, se teria havido uma Rainha e um Reino onde em Democracia o Monarca passeava de cabeça descoberta e sem segurança

A morte recente de D Henrique de Bragança , que até 1996 estaria em 3º lugar na linha de sucessão ao Trono português , vem lembrar que nada é eterno  . Pouco mais de um século de República conseguiram apagar a relevância de haver uma linhagem dinástica na Chefia do Estado, com boa contribuição de ausência de choques externos ao País -semelhantes às 10 invasões de Espanha que ocorreram antes de 1910- e uma boa dose de inveja social (inconsequente poís os portugueses nunca foram tão pobres quanto no sec XX) ,uniram-se para apagar da memória que um país não é feito de pedra , betão armado e Leis eloquentes mas sim de pessoas e todas elas sujeitas à sorte da Morte e com elas as Instituições.

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morte do irmão mais novo de D. Duarte

A República não é eterna e a sua capacidade de adaptação resume-se à variação entre Ditadura e Presidencialismo ,tocando-se estes dois polos em mais pontos do que os desejáveis para uma Democracia. A República não tem capacidade de adaptação aos tempos que se avizinham, por muitos “afectos” e “proximidade” a Presidência não agrega vontades nem exclui más intenções , a Monarquia Constitucional é o único paradigma capaz de elevar Portugal mas tem uma fragilidade: é feita de pessoas , não é uma peça de teatro onde se recruta o melhor actor para fingir o Drama e impor o final previsível.

A grande fragilidade das Nações é a sua fragilidade humana como recorda o texto de Fernando Pessoa: “Para que me deram um reino que ter se não terei melhor reino que esta hora que estou entre o que não fui e o que não serei?

Ricardo Gomes da Silva

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Exéquias de SA D Henrique de Bragança

SAR D Duarte regressou da viagem de 5 dias a S. Tomé e Príncipe mais cedo para se despedir do irmão mais novo que parte aos 67 anos .

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A Igreja de S. Vicente de Fora encheu-se para assistir à homenagem a D Henrique que morrera na passada terça feira, aos 67 anos .O irmão ,D. Duarte que estava em S. Tomé quando recebeu a notícia, viajou prontamente para Lisboa e estava visivelmente abatido durante a cerimónia .

Visita de SAR D Duarte a S. Tomé e Príncipe

“tinha dado uma queda, bateu com a cabeça e sofreu um derrame cerebral “, conta D. Duarte de Bragança, acrescentando que toda a família está sensibilizada com a perda , principalmente os três filhos (Afonso, Dinis e Francisca) :” os meus filhos ficaram muito emocionados, foi a primeira vez que perderam alguém “

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SS AA RR D. Isabel e D. Duarte de Bragança

A missa foi presidida por D. Manuel Clemente, Cardeal-Patriarca de Lisboa, O Presidente da República , Marcelo Rebelo de Sousa, enviou uma coroa de flores na impossibilidade de estar presente.

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SS AA D. Miguel ,irmão de D Duarte , D Francisca , D. Afonso e D. Dinis

O último adeus em Lisboa acontece hoje às 10:00, seguindo o corpo para Santar , no Concelho de Nelas

Fonte: CM, Vidas

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DUQUE DE BRAGANÇA CRIA LAR DE ESTUDANTES E INICIA PROJECTO AGRÍCOLA EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

Vitrina, 15 fev – O duque de Bragança, Duarte Pio de Bragança anunciou hoje a compra de um imóvel em São Tomé e Príncipe para transformar em Lar de Estudante deste país, mas gerida pela Diocese são-tomense.

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São Tomé e Príncipe, estátuas aos descobridores

 

“Neste momento estamos a adquirir uma casa para a diocese, para ser lar dos estudantes. As negociações estão praticamente concluídas, será uma grande satisfação e vai passar a ter o nome de São Miguel”, disse o duque de Bragança.

Duarte de Bragança encontra-se de visita de cinco dias ao arquipélago e foi hoje recebido em audiência pelo presidente são-tomense, Evaristo Carvalho.
Disse a saída que esse lar destina-se a albergar os alunos do interior do país e frequentam as aulas na capital.

Duarte Pio citou ainda a agricultura familiar como outro projeto de caráter social que pretende desenvolver em São Tomé e Príncipe, tendo dito que nesse domínio já iniciou alguns expedientes.

“A ideia é por varias instituições em cooperação para criar sinergia e trazer novas ideias”, disse sublinhando que está a pensar igualmente “em trazer especiarias orientais particularmente da indonésia para desenvolver em São Tomé e Príncipe”.
Considera que na agricultura e na especiaria como “uma maneira de empregar pessoas, fazer coisas que são rentáveis e diminuir o desemprego”.
Esta é a décima visita do duque de Bragança a São Tomé e Príncipe.

M. Barros

Fonte: Vitrina

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Comemoração dos 750 anos do tratado que tornou o Algarve português

Os 750 anos do Tratado de Badajoz, assinado por Afonso III de Portugal e Alfonso X de Castela e Leão em 1267 e que determinou a inclusão do Reino do Algarve no território português, vão ser evocados na Universidade do Algarve (15:309)e na Pousada de Tavira pelos cônsules acreditados no Algarve (18:00) hoje, quinta-feia, dia 16 de Fevereiro.A comemoração tem a presença de SAR D Duarte de Bragança.

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A efeméride começará numa sessão que terá lugar na Sala de Seminários da Reitoria do Campus de Gambelas da universidade algarvia, que contará com contributos do : reitor da UAlg António Branco; Lídia Jorge;  Luís Filipe Oliveira, docente da UAlg; Vítor Neto,  presidente do NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve, e de Jorge Botelho, presidente da AMAL.

A sessão será encerrada com uma apresentação de Guilherme d’Oliveira Martins, administrador executivo da Fundação Calouste Gulbenkian.

O Corpo Consular Acreditado no Algarve comemora os 750 anos da integração do Algarve no território português numa cerimónia que terá lugar no mesmo dia 16 de Fevereiro, quinta-feira, na Pousada de Tavira, às 18h00.

A sessão, conta com um representante da Casa Real Portuguesa e um elemento do executivo do Ayuntamento de Badajoz, cidade espanhola que dá nome ao tratado assinado pelos reis Afonso III de Portugal e Afonso X de Leão e Castela

.Os convidados serão chamados a intervir na sessão, que também contará com uma alocução do decano do Corpo Consular do Algarve.

A iniciativa «Algarve de Honra» é promovida em conjunto pelos cônsules de Angola, Bélgica, Brasil, Canadá, Dinamarca, Eslováquia, Estónia, Itália, Luxemburgo, Malta, México, Reino Unido e República Checa, «no contexto do desenvolvimento cultural multilateral».

Fonte: Sul Informação ,

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Comunicado da Casa Real Portuguesa

«O Gabinete de S.A.R. o Duque de Bragança cumpre o triste dever de comunicar a morte de Sua Alteza o Senhor Dom Henrique de

Bragança, Infante de Portugal e Duque de Coimbra no dia 14 de Fevereiro de 2017.

A urna chegará a S. Vicente de Fora, amanhã, quinta-feira, dia 16 de Fevereiro, pelas 16h00, sendo a Missa de Corpo Presente

celebrada pelas 19h30.

Na sexta-feira, dia 17 de Fevereiro, será rezada Santa Missa às 10h00, no mesmo local, com saída para Santar, Concelho de Nelas,

onde haverá Missa na Igreja da Misericórdia pelas 16H00.»

Casa Real Portuguesa

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